Bairro dos Afoitos / Eléctricos de Sintra
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Segunda-feira, Setembro 22, 2008
Quarta-feira, Abril 02, 2008
Eléctrico de Sintra - Horário e Preçário
Depois de ter estado encerrada ao público a circulação do Eléctrico de Sintra em todo o seu percurso, esta voltou a reabrir mas apenas no troço que liga Sintra à Ribeira (Centro Ciência Viva), por tempo indeterminado.
Devido às fortes chuvadas, em finais de Fevereiro e aos deslocamentos da via férrea entre a Ribeira de Sintra e a Praia das Maçãs, a circulação do Eléctrico de Sintra encontra-se temporariamente condicionada.
Devido às fortes chuvadas, em finais de Fevereiro e aos deslocamentos da via férrea entre a Ribeira de Sintra e a Praia das Maçãs, a circulação do Eléctrico de Sintra encontra-se temporariamente condicionada.

HORÁRIO E PRECÁRIO ESPECIAL:
Tarifa Única: 0,50 €
Crianças até aos 6 anos: GRÁTIS
Enquanto de mantiver o encerramento do troço entre a Ribeira de Sintra e a Praia das Maças, os carros eléctricos circulam somente entre Sintra e a Ribeira (Centro de Ciência Viva).
- Os eléctricos funcionam de Terça a Quinta para alugueres (contactar a Divisão de Turismo - Tel.: (21 923 8789) e de Sexta a Domingo para o Público em geral. às Segundas estão encerrados.
- Os passageiros deverão aguardar a chegada dos carros eléctricos respeitando a fila de espera.
- No caso de os passageiros desejarem realizar a sua viagem de volta imediatamente depois da viagem de ida, deverão os mesmos ir do carro eléctrico e colocar-se no fim da eventual fila de espera existente no terminal.
- Nos carros abertos é expressamente proibido viajar nos estribos.
- As crianças de idade até seis anos viajarão gratuitamente, desde que não ocupem lugares.
- No caso de os passageiros desejarem realizar a sua viagem de volta imediatamente depois da viagem de ida, deverão os mesmos ir do carro eléctrico e colocar-se no fim da eventual fila de espera existente no terminal.
- Nos carros abertos é expressamente proibido viajar nos estribos.
- As crianças de idade até seis anos viajarão gratuitamente, desde que não ocupem lugares.
Terça-feira, Setembro 18, 2007
Terça-feira, Maio 01, 2007
SINTRA – 1 de Maio de 1974
Há 33 anos quando se festejou pela primeira vez o 1º de Maio em liberdade, também houve comemorações em Sintra.
Aqui ficam duas fotografias de Carlos Granja do desfile que começou na Vila Velha, seguiu pela Volta do Duche, Avª Miguel Bombarda, Heliodoro Salgado, chegou onde existe actualmente aquela “coisa” a que chamam fonte monumental (?), junto ao terminal do eléctrico, subiu novamente a Avenida Heliodoro Salgado, virou para São Pedro e depois para a Avª MFA (que se chamava Frederico Ulrich) e terminou na Portela de Sintra.
Fotografias cheias de história, do único 1º de Maio onde houve autêntica união entre todos os trabalhadores. Depois…. os partidarismos falaram (e falam) mais alto.
(Texto de Valdemar Alves e fotografias de Carlos Granja, propriedade da CMS-AHS. Cópias da Colecção de Valdemar Alves).
O desfile na Avenida Miguel Bombarda. Lá estavam os carris dos eléctricos, onde nesse ano circulariam pela última vez. O autocarro que se observa era o nº 17 da Empresa de Viação Gaspar, marca “Mack”.
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O desfile subindo já a Avenida Heliodoro Salgado, em frente onde é hoje a Caixa Geral de Depósitos.
Aqui ficam duas fotografias de Carlos Granja do desfile que começou na Vila Velha, seguiu pela Volta do Duche, Avª Miguel Bombarda, Heliodoro Salgado, chegou onde existe actualmente aquela “coisa” a que chamam fonte monumental (?), junto ao terminal do eléctrico, subiu novamente a Avenida Heliodoro Salgado, virou para São Pedro e depois para a Avª MFA (que se chamava Frederico Ulrich) e terminou na Portela de Sintra.
Fotografias cheias de história, do único 1º de Maio onde houve autêntica união entre todos os trabalhadores. Depois…. os partidarismos falaram (e falam) mais alto.
(Texto de Valdemar Alves e fotografias de Carlos Granja, propriedade da CMS-AHS. Cópias da Colecção de Valdemar Alves).
O desfile na Avenida Miguel Bombarda. Lá estavam os carris dos eléctricos, onde nesse ano circulariam pela última vez. O autocarro que se observa era o nº 17 da Empresa de Viação Gaspar, marca “Mack”.
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O desfile subindo já a Avenida Heliodoro Salgado, em frente onde é hoje a Caixa Geral de Depósitos.Domingo, Abril 29, 2007
Sintra e os Caminhos de Ferro
Hoje apresentamos mais alguns documentos históricos relativos à história dos caminhos de ferro em Sintra.
Um facto relevante que no post de ontem não foi referido, ainda relativo à tracção eléctrica na Linha de Sintra, aconteceu no dia 21 de Janeiro de 1957.
Nesse dia, o comboio de passageiros para Sintra, constituído por uma composição das magníficas carruagens suíças, era rebocado pelos seus próprios meios, pela locomotiva eléctrica de fabrico francês nº 2502.
Foi a primeira vez que um comboio em serviço público chegou a Sintra movido por electricidade e não pelo vapor.
Estas magníficas carruagens entraram ao serviço em finais dos anos 40 e constituíram um avanço no conforto para os passageiros. De cor vermelha, forma com a electrificação da linha de Sintra, deslocadas para outras linhas. Pude andar nelas na Linha do Douro.
(Dados históricos fornecidos por Valdemar Alves)
21 de Janeiro de 1957. O primeiro comboio de passageiros movido a tracção eléctrica na Estação de Sintra.
Um facto relevante que no post de ontem não foi referido, ainda relativo à tracção eléctrica na Linha de Sintra, aconteceu no dia 21 de Janeiro de 1957.
Nesse dia, o comboio de passageiros para Sintra, constituído por uma composição das magníficas carruagens suíças, era rebocado pelos seus próprios meios, pela locomotiva eléctrica de fabrico francês nº 2502.
Foi a primeira vez que um comboio em serviço público chegou a Sintra movido por electricidade e não pelo vapor.
Estas magníficas carruagens entraram ao serviço em finais dos anos 40 e constituíram um avanço no conforto para os passageiros. De cor vermelha, forma com a electrificação da linha de Sintra, deslocadas para outras linhas. Pude andar nelas na Linha do Douro.
(Dados históricos fornecidos por Valdemar Alves)
21 de Janeiro de 1957. O primeiro comboio de passageiros movido a tracção eléctrica na Estação de Sintra.
Bilhetes dos anos 50 e 60 obtidos nas bilheteiras da Estação de Sintra
Documento histórico e raríssimo
Bilhete para entrar na Estação de Sintra. 22 de Agosto de 1910
Antigamente para se entrar nas Estações dos Caminhos de Ferro era necessário obter bilhete.
Sábado, Abril 28, 2007
28 de Abril de 2007 - 50 anos de tracção eléctrica na Linha de Sintra
Há precisamente 50 anos, no dia 28 de Abril de 1957, foi inaugurada a tracção eléctrica na linha de Sintra, 70 anos depois da sua inauguração, ocorrida a 2 de Abril de 1887.
Tal como tinha acontecido 70 anos antes, Sintra e toda a zona que ladeia a linha férrea irá conhecer um desenvolvimento extraordinário, nem sempre o mais sustentado.
Quando o relógio da estação marcava 13.07 dava entrada na estação de Sintra o primeiro comboio eléctrico, que transportava uma imensa comitiva, onde se incluía o Presidente da República, General Craveiro Lopes.
Em Sintra, todos os convidados eram aguardados pelas forças vivas da Vila, chefiadas pelo Presidente da Câmara, Dr. Moreira Baptista, tendo sido organizado um desfile entre a Estação e a Vila Velha, onde foi servido um almoço no Palácio Nacional.
Os novíssimos comboios impressionavam pela sua beleza.
Às 0 horas e 40 minutos dos dia 29 de Abril (2º feira), partiu repleto de passageiros o primeiro comboio eléctrico para Lisboa, de onde, por sua vez, partiu para Sintra, às 0 horas e 10 minutos, também completamento lotado, o comboio que iniciava o novo serviço ao público na Linha de Sintra.
À 1,35 chegou à estação de Sintra, a máquina 081 rebocando o comboio de passageiros 4.911. Foi a última locomotiva a vapor que veio a Sintra em viagem dó horário que então terminava.
Era uma página da história dos caminhos de ferro em Portugal que era virada.
De uma resistência a toda à prova, as chamadas UTE’s (Unidades Triplas Eléctricas), por serem constituídas por 3 carruagens, circularam nesta linha mais de 30 anos (até meados dos anos 90).
Quem não andou nestes comboios? Quem não sofreu no seu interior autênticos apertões, fruto dos diários excessos de lotação?
Ficam aqui estes históricos registos fotográficos.
(Texto de Valdemar Alves)

Tal como tinha acontecido 70 anos antes, Sintra e toda a zona que ladeia a linha férrea irá conhecer um desenvolvimento extraordinário, nem sempre o mais sustentado.
Quando o relógio da estação marcava 13.07 dava entrada na estação de Sintra o primeiro comboio eléctrico, que transportava uma imensa comitiva, onde se incluía o Presidente da República, General Craveiro Lopes.
Em Sintra, todos os convidados eram aguardados pelas forças vivas da Vila, chefiadas pelo Presidente da Câmara, Dr. Moreira Baptista, tendo sido organizado um desfile entre a Estação e a Vila Velha, onde foi servido um almoço no Palácio Nacional.
Os novíssimos comboios impressionavam pela sua beleza.
Às 0 horas e 40 minutos dos dia 29 de Abril (2º feira), partiu repleto de passageiros o primeiro comboio eléctrico para Lisboa, de onde, por sua vez, partiu para Sintra, às 0 horas e 10 minutos, também completamento lotado, o comboio que iniciava o novo serviço ao público na Linha de Sintra.
À 1,35 chegou à estação de Sintra, a máquina 081 rebocando o comboio de passageiros 4.911. Foi a última locomotiva a vapor que veio a Sintra em viagem dó horário que então terminava.
Era uma página da história dos caminhos de ferro em Portugal que era virada.
De uma resistência a toda à prova, as chamadas UTE’s (Unidades Triplas Eléctricas), por serem constituídas por 3 carruagens, circularam nesta linha mais de 30 anos (até meados dos anos 90).
Quem não andou nestes comboios? Quem não sofreu no seu interior autênticos apertões, fruto dos diários excessos de lotação?
Ficam aqui estes históricos registos fotográficos.
(Texto de Valdemar Alves)

Sexta-feira, Abril 06, 2007
Quarta-feira, Abril 04, 2007
Ribeira de Sintra – Setembro de 1972

Durante alguns anos efectuou-se nos meses de Setembro, uma prova de ciclismo que granjeou bastante prestigio: O Grande Prémio Internacional de Sintra em ciclismo, onde correu Joaquim Agostinho e outros grandes nomes do ciclismo nacional e internacional.
Os corredores passavam na Ribeira de Sintra, subindo daqui até Sintra pela Estrada do Arraçario.
Eis mais um documento único desses tempos.
O povo anónimo, enquanto não passavam os corredores, observa a passagem do eléctrico cheio de passageiros com destino a Sintra.
Estávamos no dia 4 de Setembro de 1972.
Na edição desse ano, o vencedor foi Joaquim Agostinho que venceu outro grande nome do ciclismo: Joop Zoetmelk.
Os corredores passavam na Ribeira de Sintra, subindo daqui até Sintra pela Estrada do Arraçario.
Eis mais um documento único desses tempos.
O povo anónimo, enquanto não passavam os corredores, observa a passagem do eléctrico cheio de passageiros com destino a Sintra.
Estávamos no dia 4 de Setembro de 1972.
Na edição desse ano, o vencedor foi Joaquim Agostinho que venceu outro grande nome do ciclismo: Joop Zoetmelk.
Domingo, Abril 01, 2007
Eléctricos na Vila Velha 1904-1957
Hoje apresentamos três documentos fotográficos do tempo em que os carros eléctricos circulavam até à Vila Velha, terminando mesmo ao lado da Igreja de São Martinho.
De 31 de Março de 1904 até ao final do Verão de 1957, circulando pela Volta do Duche, os eléctricos operavam nesta autêntica linha urbana, sacrificada em 1958 em nome do alargamento da Volta do Duche e do “rei” automóvel que tudo trucida.


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De 31 de Março de 1904 até ao final do Verão de 1957, circulando pela Volta do Duche, os eléctricos operavam nesta autêntica linha urbana, sacrificada em 1958 em nome do alargamento da Volta do Duche e do “rei” automóvel que tudo trucida.


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Quinta-feira, Março 29, 2007
Segunda-feira, Março 26, 2007
Eléctricos com propaganda política
Agosto de 1974
Hoje apresentamos mais um extraordinário testemunho fotográfico sobre os “nossos” carros eléctricos.
Cedida por Valdemar Alves, nesta fotografia de Agosto de 1974 é perfeitamente visível a inscrição “PPD” no eléctrico motor desta composição que chegava à Ribeira de Sintra, a caminho da Praia das Maçãs, como sempre cheia de passageiros.
Quatro meses depois do 25 de Abril, a propaganda política era colocada em todos os sítios e locais, mesmos os mais inadequados, neste nova fase de Portugal e, os eléctricos de Sintra também não fugiram à regra.
A 15 de Setembro desse ano os eléctricos funcionaram pela última vez até Sintra, antes da longa interrupção que durou até 2004, se bem que ainda não vá até à estação da CP.

Hoje apresentamos mais um extraordinário testemunho fotográfico sobre os “nossos” carros eléctricos.
Cedida por Valdemar Alves, nesta fotografia de Agosto de 1974 é perfeitamente visível a inscrição “PPD” no eléctrico motor desta composição que chegava à Ribeira de Sintra, a caminho da Praia das Maçãs, como sempre cheia de passageiros.
Quatro meses depois do 25 de Abril, a propaganda política era colocada em todos os sítios e locais, mesmos os mais inadequados, neste nova fase de Portugal e, os eléctricos de Sintra também não fugiram à regra.
A 15 de Setembro desse ano os eléctricos funcionaram pela última vez até Sintra, antes da longa interrupção que durou até 2004, se bem que ainda não vá até à estação da CP.

Sábado, Março 24, 2007
Eléctricos de Sintra e o excesso de lotação


Como é óbvio, os carros eléctricos possuem a sua lotação oficial que certamente não é a que estas fotos mostram.
Realmente, falando com funcionários dos eléctricos mais antigos, uma das situações que é frequentemente referida eram as autênticas avalanches de passageiros que os eléctricos transportavam para a Praia das Maçãs e de regresso a Sintra, muitas vezes colocando em perigo a integridade física de passageiros e funcionários.
Reparem na primeira foto, do autêntico jogo de equilibrismos que o cobrador (situado na parte de trás do eléctrico) faz para fazer o seu trabalho.
Tempos antigos e de grande dureza de trabalho.
Eram outros tempos que obviamente hoje não são permitidas estas situações.
Realmente, falando com funcionários dos eléctricos mais antigos, uma das situações que é frequentemente referida eram as autênticas avalanches de passageiros que os eléctricos transportavam para a Praia das Maçãs e de regresso a Sintra, muitas vezes colocando em perigo a integridade física de passageiros e funcionários.
Reparem na primeira foto, do autêntico jogo de equilibrismos que o cobrador (situado na parte de trás do eléctrico) faz para fazer o seu trabalho.
Tempos antigos e de grande dureza de trabalho.
Eram outros tempos que obviamente hoje não são permitidas estas situações.
Quinta-feira, Março 22, 2007
Terça-feira, Março 20, 2007
Autocaro Panhard – 1952

Nos idos anos 50, qualquer empresa de camionagem tinha na sua frota uma miscelânea de marcas de autocarros que certamente faria as delícias dos apaixonados por esta temática que existe actualmente.
Muitas marcas dos mais diversos países, com diferentes modelos e diversas carroçarias.
Somente a partir de finais dos anos 50 é que se vai assistir à uniformização de marcas com o quase monopólio dos AEC.
A Companhia Sintra-Atlântico não fugia à regra.
Quando a foto de hoje foi obtida, a Sintra-Atlântico possuía autocarros Ingleses (Vulcan), Holandeses (Daf), Americanos (Ford, Chevrolet e Dodge), Alemães (Mercedes, Blitz e Bussing) e Franceses (Citroën e Panhard).
O autocarro da foto de hoje era uma Panhard. Número de frota 10, matricula de 1951. Foram adquiridas duas em 1951 (números 10 e 11).
Aqui na fantástica cor amarelo e encarnado, com o lindíssimo emblema referido num post da semana passada. Até à chegada dos luxuosos autocarros Maudslay, os Panhard’s faziam frequentemente a carreira mais longa da Sintra-Atlântico entre as Azenhas do Mar e Lisboa (Rua da Glória, junto aos Restauradores).
A fotografia foi obtida na berma da estrada Praia das Maçãs-Azenhas do Mar.
Esta Panhard não teve vida longa, pois foi abatida ao serviço e desmanchada para a sucata em 1963.
Muitas marcas dos mais diversos países, com diferentes modelos e diversas carroçarias.
Somente a partir de finais dos anos 50 é que se vai assistir à uniformização de marcas com o quase monopólio dos AEC.
A Companhia Sintra-Atlântico não fugia à regra.
Quando a foto de hoje foi obtida, a Sintra-Atlântico possuía autocarros Ingleses (Vulcan), Holandeses (Daf), Americanos (Ford, Chevrolet e Dodge), Alemães (Mercedes, Blitz e Bussing) e Franceses (Citroën e Panhard).
O autocarro da foto de hoje era uma Panhard. Número de frota 10, matricula de 1951. Foram adquiridas duas em 1951 (números 10 e 11).
Aqui na fantástica cor amarelo e encarnado, com o lindíssimo emblema referido num post da semana passada. Até à chegada dos luxuosos autocarros Maudslay, os Panhard’s faziam frequentemente a carreira mais longa da Sintra-Atlântico entre as Azenhas do Mar e Lisboa (Rua da Glória, junto aos Restauradores).
A fotografia foi obtida na berma da estrada Praia das Maçãs-Azenhas do Mar.
Esta Panhard não teve vida longa, pois foi abatida ao serviço e desmanchada para a sucata em 1963.
Sexta-feira, Março 16, 2007
Carros Eléctricos - Três anos de diferença
Versão Azul – 1960
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Três anos separam as nossas fotos de hoje, ambas tiradas na Praia das Maçãs.
Três anos com uma grande diferença nos nossos eléctricos.
Do azul, que o público nunca gostou, ao vermelho que ainda hoje ostentam.
A publicidade à Phillips que os eléctricos começaram a exibir em 1960, continuava em 1963 e haveria de continuar até final da década de 60.
Três anos com uma grande diferença nos nossos eléctricos.
Do azul, que o público nunca gostou, ao vermelho que ainda hoje ostentam.
A publicidade à Phillips que os eléctricos começaram a exibir em 1960, continuava em 1963 e haveria de continuar até final da década de 60.



























































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